25/07
- domingo
15h
“Estorvo” 1999 – 95’ / 35 mm

Roteiro
e Direção: Ruy Guerra, adaptado de Chico Buarque
Fotografia: Marcelo Durst
Música: Egberto Gismonti
Direção de Arte: Raúl Oliva, Cláudio
Amaral Peixoto e Tony de Castro
Edição: Mair Tavares
Sinopse: Depois de uma noite mal-dormida, um homem acorda com
a campainha. Pelo olho mágico, vê um desconhecido de terno
e gravata. Não sabe quem ele é, mas tem a imediata certeza
de que representa uma ameaça à sua vida. Veste-se às
pressas, escapa de sua própria casa e passa a desconfiar de tudo
e de todos em uma fuga sem destino.
17h
“Erêndira” 1983 - 103' / 35 mm

Direção:
Ruy Guerra, baseado no conto “A incrível e triste
história da cândida Erêndira e sua avó desalmada”,
de Gabriel García Márquez
Co-Produção México, Alemanha e Portugal
Com Claudia Ohana e Irene Papas
Sinopse: Erêndira é uma bela jovem que passa a ter
visões místicas e surreais. Um dia, a casa de sua avó
pega fogo e é totalmente destruída. A velha culpa a neta
e, preocupada em restituir o que perdeu, força a jovem a se prostituir.
Erêndira vende seu corpo para incontáveis homens e torna-se
uma lenda no deserto em que vive.
19h
Mesa Literatura, Cinema e Identidade Cultural: uma homenagem a Ruy Guerra
RUY
GUERRA
Prestigiado nome do cinema brasileiro, tem filmes realizados em Cuba,
Espanha, México, França, Portugal, Moçambique e Brasil.
De Chico Buarque, adaptou o musical “A ópera do malandro”
e o romance “Estorvo”. De Gabriel García Márquez,
“Erêndira”, “A Bela Palomera” e “O
Veneno da Madrugada” - além de “Kuarup”, de Antonio
Callado.
Em diálogo com HERNANI HEFFNER
Graduado em Cinema, atualmente é Conservador-Chefe da Cinemateca
do MAM, além de professor da PUC-Rio e pesquisador da Cinédia.
É autor de vários artigos sobre cinema para jornais e revistas,
e responsável por mais de cem verbetes da “Enciclopédia
do Cinema Brasileiro”.